Participação social na gestão de uso e ocupação do território: Apa Igarapé Gelado/EFC

Autor(es): PENHA, Wyrna Furtado Hilal
Resumo: Nada tem sido tão desafiador para as grandes empresas nos últimos tempos quanto alcançar a licença social de operação dos seus empreendimentos. De valor intangível e sem formulação, a obtenção desta licença depende de trabalhos de longo prazo, da construção de imagem e de confiança. Verifica-se facilmente na literatura que diversos setores da indústria vêm sendo alvo destas questões. Contudo, a atividade de mineração é, sem dúvida, o
maior alvo das percepções sociais acerca dos impactos advindos do negócio, sejam eles ambientais, econômicos e/ou sociais. Nesta relação entre o setor minerário e a sociedade, verifica-se que a legalidade não ultrapassa a legitimidade, fazendo com que as expectativas da sociedade, atreladas ao contexto cultural no tempo e espaço
em que vivem, sejam consideradas para a melhoria e manutenção do relacionamento. Este trabalho pretende contribuir na análise da relação entre as operações da Estrada de Ferro Carajás (EFC) e a comunidade residente na Área de Proteção Ambiental do Igarapé Gelado (APAIG), focando nas questões relacionadas à gestão do uso e ocupação do solo da região, corroborando para a compreensão de como a Vale deve estar inserida neste contexto e incorporá-la no dia-a-dia de suas atividades, a fim de prevenir conflitos sociais que possam impactar no processo de licenciamento ambiental, bem como comprometer a licença social de operação da ferrovia.
Ano: 2018
Páginas: 52 f.
DOI: 10.29223/PROD.TEC.ITV.DS.2018.10.Penha
Ano de publicação: 2018
Disponível em: http://pergamum.itvds.org:81/vinculos/00000d/00000dff.pdf
Orientação: José Aroudo Mota
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Curso: Mestrado em Uso Sustentável de Recursos Naturais em Regiões Tropicais